Virada de jogo

Autoria: Rachel Reid 
Game Changer
Tradução: Vitor Martins 
Editora: Alt 
Publicado em 2026 
N de páginas: 400 
18+

Creio não precisar repetir o de sempre, mas... Risadas de madrugada, lágrimas, torcida (e não pelos jogos da temporada!), momentos bem calientes (e com muitos orgasmos... calma, nas páginas! Kkkk) e coração quentinho com o final! Amo o Amor!!! <3

Scott Hunter é o capitão do time de hóquei do New York Admirals e iniciamos o livro sabendo que ele está em uma maré de azar que se esvai quando adentra loja após corrida e se depara com o atendente/barista Kip Grady, que lhe faz um smoothie - faz ele sorrir, sentir algo diferente... - e faz com que o jogo vire, traz nova brisa a qual respirar... e inspira o famoso jogador. O Admirals ganha, ele retorna, e retorna... Diz ser pela rotina, por ter dado certo na partida, superstição... Na realidade, é para rever o Kip, que não acredita na possibilidade, por mais que a colega/amiga Maria diga que era ele o motivo. 
     
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O Christopher é formado em história, embora trabalhe no Straw+Berry. Ainda paga mensalidades estudantis, mora com os pais e é assumido há anos. Ele também nota o jogador, mas platonicamente - afinal, Scott Hunter, jogador famoso, amado por toda N.Y. além de ser muita areia para o caminhão dele, deve gostar de mulher. Hmmm... só que não há sobre a vida pessoal nas matérias, ele não tem contas em redes/apps... Ainda assim, é o Hunter! Só aparece lá para não mudar a rotina de sorte que teve após o primeiro smoothie. Sabe como é, jogadores tem superstições.  

A colega Maria acha que pode ser... mas não pelo smoothie em si. Rs. E, sim, ambos repararam em sorrisos, lábios, (músculos, claro!) fofura ao falar ou corar. Sério, isso me faz sorrir enquanto leio. (O que foi? Sorrio!) Quando o Kip pensa em jogar comentário, morrendo de medo que o Scott nunca mais apareça, recebe convite para assistir ao jogo, há dois convites, ele pode levar alguém consigo. E ele leva! Elena é sua amiga do tempo da faculdade. Ela é lindíssima, mas não o que o Kip gosta, pena. (Rs) E ela comenta olhada do jogador e aceno mas o Kip olhou para trás - deve ser para outra pessoa. SQN.

Em pouco tempo estão namorando... escondido. O apartamento dele vira refúgio dos dois, muita pegada mas também cafuné. Obviamente há atração, mas sentimento também. Eles deixam claro se amar um para o outro mas inseguranças comuns assolam - quem quer ficar sempre escondido? Kip entende o medo do namorado. NHL, jogadores (esporte de contato e preconceito)... há contratos com patrocinadores etc. Ele aguarda - e no próprio apartamento do jogador, a pedido do mesmo enquanto viaja para as partidas.

Aguarda... Mas se assumiu há tempos e se sente "dentro do armário" novamente. Pensa se há vergonha... Afinal ele trabalha fazendo smoothies, é pobre etc. Mas ninguém da NHL, por mais que deva ter, é assumido! Ele não sai mais... Quando finais começam a ficar próximas, mais estresse, compromissos aos quais o namorado vai sozinho, imprensa encima, coletivas... Kip fica só no ap e pensa, questiona...

Você gostaria de ser o segredo da pessoa de quem gosta, ama? Sentiria conforto em nunca poder andar com essa pessoa, dar as mãos, ser apresentad@ as pessoas ao redor? Como se sentiria? Ele aceitou mas não com "para sempre escondido". Ama. Mas não pode falar para amigos, familiares... Solidão. - Uma sessão com psicólogo levaria a outra. Por mais seguros de quem somos, sermos mantidos em um mundo a parte... Ok, foi rápido. Intenso. Eles tem pouco tempo juntos? Como medir  tempo em situações imersivas assim? 🤔

Bom, há muito sentimento, e também bastante sexo.  Jogue-se na leitura sem temer penalidade. Vá fundo!  Saiba que em momentos rirá, em outros o coração apertará.  Pode se excitar e vir a praguejar... dar um grito ou outro.
O coração no término estará quentinho!

Ah, sim, um certo jogador russo provocador encherá o saco em um ou dois jogos e aparecerá no final, em uma festa para o Hunter após campeonato ganho... Hahah!


Um abraço,
Carolina.

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SNQ = só que não

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