O nevoeiro (conto)

Autor: Stephen King 

In: Tripulação de esqueletos 

Editora: Suma 

(Aproximadamente 150-160 pgs) 


Conto mais longo do autor, está presente no livro Tripulação de esqueletos. 


Uma misteriosa e espessa neblina se aproxima após uma tempestade repentina, perigosa, que destruiu muito, derrubou árvores, fiação elétrica e mais em uma pequena cidade do Maine, trazendo perigos desconhecidos. O protagonista, David, sente algo estranho na cor, no aproximar contra o vento, na linearidade... Mas pode ser impressão, deve ser! O que mais seria?


Steff, sua esposa, lhe dá uma lista e ele segue com o filho, Billy (5 anos de idade) e o vizinho, Norman, um advogado, com quem já foi ao tribunal, para o mercado Federal! Norman pegou carona por ter tido seu carro arruinado. No mercado, muita gente. Locais, visitantes... todos precisam enfrentar algo impossível, desconhecido e, como um "bonus reverso", seus medos. Ficam presos no mercado, o que é melhor que sair! Todos os que "se aventuram" ou "rebelam"... Bom, digamos que nenhum regressa ou dá sinal de vida. Sangue, pedaços de corpos... Barulhos estranhos...


Pinças, tentáculos, varejeiras gigantes estranhas, pássaros que lembram pterodáctilos, aranhas ultragigantes, teias de ácido... O que houve? De onde vieram? Na cabeça do David vem a todo momento o nome: Projeto Ponte de Flecha. Ninguém sabe ao certo do que se trata mas está instalado próximo e já há alguns anos. Aquelas coisas não parecem naturais ou mesmo terrestres! Porém, ainda pior que tais "seres", são alguns fanáticos - aqui, sra. Carmody. Ela instaura o caos pregando sem cessar. Parece ter prazer, vibrar, a cada novo horror!... Profetiza... E fala em sacrifícios humanos...

Uma insana luta por sobrevivência se instaura. Há personagens que buscam escape... Ficar em um local fechado com pessoas desconhecidas é desafiador. Chega a um momento em que os protagonistas se veem forçados a lidar com situações extremas, tentando preservar a si, a sanidade... O final não nos é ofertado, simplesmente. Assisti ao filme e me preocupei de ser o mesmo, mas não. O que o amanhã nos trará?



Um abraço, 

Carolina.

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