Deslumbrante

Autora: Madeline Hunter
(As flores mais raras, 1)
Editora: Leya
Publicado em 2013
N° de páginas:  281
(Há cenas entre o casal...)

Peguei para a leitura no unlimited por curiosidade. Uma amiga que me apresentou diversos livros de romance de época, indicou-me a autora, comprei livros físicos que me aguardam. Daí vi alguém dar uma estrela no Skoob. Uma autora que me foi indicada pela E. não seria 1☆! Decidi-me a ler este primeiro. 

O problema que reparei em diversos momentos não foi na estória, mas na tradução, revisão... Seja por momentos de estranhamento e falta de sentido na oração, seja por parágrafo repetido, falta de concordâncias... Não na história. 

Conhecer a Audrianna e o Sebastian foi um prazer! Mesmo! Desde o mistério acerca do incidente com a pólvora enviada para os campos da guerra que provocou o suicídio do pai dela, as investigações, ao envolvimento do Sebastian. O laço que se cria entre eles, além do casamento em si, e dos momentos de intimidade dos dois, na cama, é palpável. As amizades dela, verdadeiras. Ingredientes indispensáveis!

(Retomo, a edição necessita de uma revisão ampla, releitura dos envolvidos, para que não nuble a obra.)
"Uma mulher independente é uma mulher desprotegida." - algo que a prima lhe ensinou.
E assim conheceu o Sebastian: ambos responderam a uma nota posta no jornal. Ela foi armada com a pistola da prima, a Daphne, sem seu conhecimento ou concentimento. Mora em sua casa, junto com duas outras mulheres (Lizzy e Celia) também independentes. A pessoa colocou a nota almejando o pai da Audrianna, o falecido Horatio Kelmsleigh, ou seja, desconhecia sua morte há quase um ano. 

Quando Dominó (a pessoa que pagou o anúncio) aparece, Sebastian é atingido com a arma que tinha tirado das mãos da dama enquanto a beijava. Bela distração! Concorda? Rs. Com o tiro, comoção na estalagem lotada pela chuva. Dominó some, Sebastian e Audrianna são obrigados a aguardar o magistrado, ficar no quarto de uma cama. E quem dorme?!? Kkk!

Assim se conhecem.  Malentendido, beijo, tiro... E, depois, estórias se alastram como pavio de pólvora. A primeira publicação em jornal estilo pasquim não cita nomes... Depois tornam-se criativos não apenas nas palavras, mas nas ilustrações! E "dão nomes aos burros"! Já era!...

Os momentos de lealdade e amizade aquecem. As complicações e a tentativa dele, a recusa e posterior aceitação dela... Flores, estufa, jardins, afazeres, visitas, investigações... E a culpabilidade? Quem imaginaria? Cheguei a pensar que o idiota do Roger, que desfez compromisso com ela assim que o escândalo com o pai veio à tona, teria um papel maior no desenrolar, mas ainda bem que não. Uma personagem dessas não merece nossa atenção ou palavras da autora! Rs.
Um desejo insustentável, é certo. Só que há também um... contentamento perfeito. E uma felicidade inesperada dentro do desejo. E também...
Que tod@s nós desfrutemos ainda! ;)


Um abraço, 
Carolina.

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