O diário de Mr.Darcy

Autora: Amanda Grange
Editora: Pedrazul
Ano de publicação: 2015
Número de páginas: 220
"O único lugar em que Darcy podia compartilhar seus sentimentos mais profundos era nas páginas de seu diário.. Atormentado entre o senso de dever para com o nome de sua família e seu crescente amor por Elizabeth Bennet, o leitor terá acesso à sua alma, ao drama de um cavalheiro que luta para não sucumbir ao amor. O Diário de Mr. Darcy: uma imaginação hábil e graciosa do ponto de vista de um dos heróis mais amados da mais duradoura história de amor de todos os tempos."


Quando ouvi falar deste livro, “pirei”! 

Apaixonei-me por Orgulho e preconceito e pelo casal primeiramente com o filme de 2005 e, depois, com o livro!
Elizabeth Bennet & Mr.Darcy... 

Claro que há outras personagens, algumas simples e cativantes como a Jane e o seu amado Mr.Bingley... Outras as quais você antipatiza de cara como a Caroline, por exemplo.

Queria muito ler o diário dele!

Acredito não ser necessário dizer mas... o li de uma vez. A leitura é “rápida”, porque o Darcy é amado há anos! Por mais que 'shippemos' o casal, tenho que salientar que na época deles não se saía beijando ou abraçando como hoje. Por favor, lembre-se do gostinho de sentir o frio na barriga ao antecipar a visão da pessoa amada! Sim, Amor, não paixão passageira. Exato: “A” maiúsculo! Rsrs.

Claro, imaginamos o que poderia estar acontecendo com ele quando longe da espirituosa Izzy, como conduziu o episódio da irmã ludibriada pelo antigo “amigo” de infância; ou como encontrou a Lydia, conseguiu promover o casamento dela com o Mr.Wickham – o mesmo cafajeste quem tentou fugir com a Georgiana! Mas, claro, queremos algo mais “íntimo”: a journal!

Com toda a excitação e “furor”, “estranhamentos”... A citação contínua de falas diretas em um diário. Exemplo, abrindo aleatoriamente... p.152:

“ ‘O senhor disse que estava procurando por Mr.Wickham?’, ela perguntou...”

Bom, ao escrever em um jornal seria normal algo como: ela perguntou se eu estava procurando pelo Mr. Wickham.

A linguagem coloquial, apesar de facilitar a leitura, principalmente das pessoas não acostumadas com a linguagem formal empregada no século XVIII, (Jane Austen 1775-1817) sendo o livro Orgulho e preconceito de 1813, em alguns momentos foi realmente “estranha”. Entendo que a autora dO diário seja contemporânea, mas “passou a adolescência lendo Jane Austen” – informação obtida na “orelha” do livro:
“ [Encadernação]  Parte da capa ou sobrecapa do livro que fica dobrada para dentro, em que geralmente se escreve alguma informação ou crítica sobre o livro ou sobre o autor. = ABA, BADANA” In: https://www.priberam.pt/dlpo/orelha

Se foi a tradução ou realmente a linguagem empregada que deixou excessivamente coloquial o discurso não sei, já que não li o original em inglês.


Reafirmo: Amei ler! A vontade foi de retomar, reler o original Orgulho e preconceito!... O que teria ocorrido antes do primeiro encontro e depois do casamento... Imaginação e palpitação...


Como não se deixar envolver?...


Sim, naquela época era essencial que as mulheres se casassem, e logo! Elizabeth não queria casamento... Seus olhos brilhantes almejam verdade, companheirismo. Algo que o Darcy é capaz de prover.


Com carinho e muito amor no coração,


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Trailer do filme de 2005, legendado.



Um abraço, 
Carolina.

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