Loki: onde mora a trapaça

Autora: Mackenzie Lee
Editora: Excelsior
Publicado em 2019
No. de páginas: 408

Loki...
Entristeci-me quando posto de lado, subestimado, antecipadamente julgado... Ele foi condicionado desde o início por um futuro que não é fechado ou totalmente definido, já que o este é resultado das ações, ou falta delas, no presente.
Sinopse: "A pergunta que nos assombra há séculos: podemos mudar nosso destino? Muito antes de encarar os Vingadores frente a frente, um Loki mais jovem está desesperado para provar seu heroísmo e sua capacidade, enquanto todos ao redor parecem esperar dele apenas vilania e depravação... exceto por Amora. A aprendiz de feiticeira de Asgard parece ser sua alma gêmea – alguém que valoriza a magia e a sabedoria, que pode até enxergar o melhor que existe dentro de Loki. Mas quando Loki e Amora causam a destruição de um dos objetos mais valiosos de Asgard, Amora é banida para a Terra, onde seus poderes vão lentamente minguar até desaparecer. Sem a única pessoa que olhava para sua magia como um dom e não como uma ameaça, Loki mergulha cada vez mais na angústia e na sombra de seu universalmente adorado irmão, Thor. Quando a magia asgardiana é relacionada a uma série de assassinatos na Terra, Odin envia Loki para investigar. Ao se materializar na Londres do século XIX, Loki embarca em uma jornada que o leva para algo maior do que apenas uma suspeita de assassinato, colocando-o no caminho para descobrir a fonte de seu poder – e quem ele está destinado a se tornar."
O contraste é absurdo: ele é baixo, magro... os asgardianos são altos, musculosos, loiros... guerreiros. Loki tem magia, um poder o qual foi impedido de treinar, saber seu alcance, dominar. Odin o condicionou. Os midgardianos já sabiam quem ele era antes mesmo que ele o soubesse, tinham "títulos" para ele: trapaceiro, Deus do Caos, vaidoso, superficial, manipulador, predador cruel, pai das mentiras, ladrão, assassino, vilanesco... vilão.

Como se essa falta de confiança nele, fé... fosse ajudar em algo, a impedir o que quer que fosse! Fez apenas ele se sentir diminuto, preterido, injustiçado. Odin errou bastante não deixando que a sua mãe, Fragga, ensinasse ele a usar/controlar sua magia. E a Amora se aproveitou de tudo isso, desde o início, enredando-o, fazendo-se de amiga, única que o via e valorizava pelo que era.

O Rei de Asgard, protetor dos nove reinos, Odin, tem uma feiticeira a seu serviço, a Karnilla. A Amora foi aprendiz desta, por um curto período de tempo, até ser banida... Uma visão do Ragnarok foi proporcionada pelo Espelho do Olho de Deus foi o que bastou - ao invés de prevenir com aproximação, direcionou com atitudinais.
"Eu fiz várias coisas terríveis, mas você não me deixou ser nada além dessas coisas. (...) Você precisava de um vilão e eu estava disponível?..."
Curiosidade, temores... Por mais que tente, nunca foi, é ou será suficiente! Diversas foram as vezes que senti por ele! Eu quis estar ao seu lado, conversar... Escolhas. 

Espero que faça a sua: 
leia e comente aqui, 
conversemos!


Um abraço,
Carolina.

4 comentários

  1. Li ontem a noite e amei! O loki apesar de visto por muitos como "vilão", eu nunca consegui encarar assim😌

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    1. Eu nunca o vi como um "vilão" propriamente dito mas nunca como herói também...
      Lendo este, fiquei indignada com o condicionamento...

      :/

      Abraço! Ah, manda um direct no instagram! (@carolinasilva_prof) ;)

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  2. Respostas
    1. Não sei se do Loki, mas estão publicando..! Já teve do Homem de Ferro, da Capitã Marvel, Viúva Negra...

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