Tradução: Fernanda Abreu
Editora: Arqueiro
Publicado em 2025
N° de páginas: físico 272; e-book 346
Duração: 9h50m
Tenho e-book mas testava... Ouvi. E a Freida envolve em uma trama que faz a testemunha de acusação, anos mais tarde, duvidar de muito do que se passou; e o tratamento dado por um dos guardas, de certo modo, corrobora com a reflexão e questionamento... A sinopse inicia com: "Os verdadeiros culpados nem sempre são os que estão atrás das grades." Ok, é verdade. Já vimos inúmeros casos de "erros", manipulações, confissões inventadas... Mas, será esse o caso do Shane? Hmmm... mas é um livro da Freida... rs.
No primeiro dia de trabalho em uma prisão de segurança máxima, a enfermeira Brooke Sullivan aprende três regras cruciais: 1) tratar todos os detentos com respeito, 2) nunca revelar nenhuma informação pessoal e 3) jamais ser simpática demais com os presos.
Brooke teve que sair da cidade em que morava. Além de quase ter sido assassinada, ficou grávida do acusado e o melhor era que as pessoas da cidade não soubessem de tal fato, já que decidiu não interromper a gravidez. Mas os pais faleceram e ela precisa retornar.
O emprego que consegue é, justamente, na Penitenciária de Segurança Máxima de Raker, que "perdeu" enfermeira do quadro recentemente e necessita de outra. Ela torce para que o ex dela não apareça na enfermaria e os primeiros dias são até tranquilos, apesar do atrito com a superior Dorothy por necessidade médica de um dos detentos.
Quando seu ex de colégio aparece para ser cuidado o choque não ocorre apenas por ele "ter aparecido", mas pela forma como está algemado e por não ter anestésico para que dê os pontos necessários nele - independente de quem seja o preso, ela crê ser desumano. O guarda que traz e leva os "pacientes", sr. Hunt, é especialmente hostil com o Shane. Pontos são dados sem a anestesia mesmo. Comportamento, falas, tom de voz... Ele diz que ela se enganou. - E nos perguntamos: Será?!?
Brooke reencontra amigo de infância/adolescência, Tim, agora vice-diretor da escola onde o Josh (seu filho) foi estudar. Tim foi o seu melhor amigo - e sempre foi apaixonado por ela. O convívio alegra o filho, que nunca teve pai e sofreu bullying na escola anterior por ser "filho de mãe solteira". Ah, sim, há uma senhora que contrata como babá para o Josh, Margie...
Capítulos que abordam o passado vem e vão, alternando com o presente, para que entendamos o ocorrido onze anos atrás, o porquê da prisão do Shane... Esses flashbacks, fragmentos de memórias, ocorrem de forma a questionarmos, juntarmos as peças, assim como a própria Brooke, na medida que o Shane planta dúvidas. Será que foi realmente o Shane que a tentou matar? Quem matou tantas pessoas? Como...?
- Hahah! Pensou que iria falar?!?... -
Ouvi atentamente, mas ainda tenho a vontade de ler novamente. Rs. Não sei exatamente quando ou como intercalarei entre tantos - da autora, inclusive! Rs. (Emprestei até um deles...) Há quem a compare com a A. Christie, mas só se for pela forma como envolve, já que estilos são diferentes.
Ah, e a surpresa do epílogo?!? 👀
Rsrs. Superindico!
Um abraço,
Carolina.

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